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Você sabia que os cálculos renais acometem quase um terço da população mundial; e que são uma importante causa de infecção urinaria, podendo às vezes causar a perda da função dos rins, fazendo com que alguns pacientes necessitem de diálise ou transplante renal.

O cálculo renal, também chamado popularmente de pedra nos rins, é uma massa sólida composta por pequenos cristais que surge no trato urinário e que pode causar DOR INTENSA.

Os cálculos são substâncias minerais ou orgânicas presentes em excesso no sangue e consequentemente na urina, que se agruparam, perdem a sua solubilidade e se depositam em forma de pequenos cristais. Geralmente esses cristais, chamados cálculos, são excretados pela urina, mas dependendo de seu tamanho e forma, podem ficar presos nos órgãos e dutos do organismo, ocasionando dor e complicações clínicas. De acordo com sua localização podem causar sintomas leves, graves ou não apresentar qualquer sintoma.

Quando estão no rim geralmente não causam sintomas, as cólicas renais acontecem quando os cálculos estão sendo eliminados e acabam obstruindo os ureteres, que são os canais que levam a urina dos rins até a bexiga.

O cálculo renal pode provocar fortes dores e geralmente exige atenção rápida dos médicos.

Sinais e sintomas:

  • Cólica que começa na região lombar e migra para outras áreas

  • Dor no baixo ventre

  • Sangue na urina

  • Náuseas e vômito

  • Suspensão ou diminuição do fluxo urinário

  • Vontade e fazer xixi a toda hora

  • Infecções urinárias
     

O tratamento do cálculo renal depende da localização, do tamanho, densidade e os sintomas do paciente. As opções vão desde observação, medicamentos para expelir a pedra e cirurgias, que podem ser convencional, laparoscopia e cirurgia renal percutânea. A cirurgia para pedra nos rins é utilizada apenas quando os cálculos renais têm mais de 6 mm.

Estima-se que cerca de 12% da população mundial sofra de cálculos urinários atualmente e que uma em cada 200 pessoas pode sofrer de cálculo renal no decorrer da vida. Algumas pessoas possuem um risco maior de desenvolver a doença devido a diversos fatores como baixa ingestão de água, fatores genéticos entre outro, 24% da população apresenta uma maior pré-disposição para formar cálculo.

Cálculos assintomáticos podem se tornar sintomáticos em 50% das pessoas.

Não se automedique nem faça o próprio diagnóstico. Procure atendimento médico, especialmente se tiver dores intensas nas costas ou no abdômen e sinais de sangue na urina.

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