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O que é Disfunção Erétil?
 

Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade permanente de obter ou de manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação sexual satisfatória.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a disfunção erétil é um problema que afeta 45,1% dos homens brasileiros, por diferentes causas e em diferentes faixas etárias.

Estima-se que a impotência sexual afete 12% dos homens abaixo de 60 anos, desmistificando a ideia de que se trata de um problema da idade.

Como ocorre a ereção?

A ereção pode ocorrer de forma involuntária ou por estímulos eróticos bem definidos. Em ambos os casos, ela depende de um mecanismo bastante específico para funcionar. Consiste, basicamente, no aumento do fluxo sanguíneo (que pode ser 8 vezes maior) na região do pênis.

O pênis é composto por três tubos longos: dois corpos cavernosos que ficam lado a lado e um corpo esponjoso que abriga a uretra, localizado na parte de baixo do órgão. Os corpos cavernosos são os responsáveis pelo aumento do volume e rigidez durante a ereção.

Quando o órgão está relaxado, eles se assemelham mais a uma esponja seca e maleável.

Já quando há ereção, o cérebro envia sinais para que as artérias da região sejam dilatadas, liberando mais sangue dentro desses tubos.

Como para a obtenção de uma ereção vários órgãos e tecidos precisam funcionar em harmonia, existem muitas situações que afetam um ou mais desses participantes e podem cursar com disfunção erétil. Nem sempre os médicos conseguem definir exatamente qual o percentual de participação de cada estrutura envolvida. A impotência sexual está relacionada a diversas doenças e tratar a disfunção envolve obrigatoriamente a descoberta de sua causa.

São causas da disfunção erétil:

  • Distúrbios psicológicos (estresse, depressão, ansiedade)

  • Doenças hormonais (diabetes, queda de testosterona, problemas endócrinos)

  • Doenças neurológicas (lesões na medula, mal de Alzheimer e Parkinson)

  • Doenças vasculares, que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis (hipertensão arterial, aterosclerose)

  • Consumo excessivo de medicamentos

  • Cirurgias pélvicas

  • Doença de Peyronie ou fibrose dos corpos cavernosos

  • Alcoolismo e tabagismo.

  • Traumas penianos: é muito raro que o pênis seja alvo de um trauma, mas isso acontece. Quando ereto, os corpos cavernosos se tornam tão duros que podem ser quebrados, da mesma maneira que um osso.

  • Transtornos mentais:  A presença de qualquer transtorno mental pode aumentar muito os níveis de estresse do homem, que pode acabar sofrendo com disfunção erétil.

 

Tipos de disfunção erétil:
 

  • Orgânica: Mais comum a partir dos 40 anos, envolve uma causa física. Problemas cardiovasculares, metabólicos, neurológicos, hormonais, cirurgias ou uso de certos medicamentos ou substâncias são os motivos mais frequentes por trás do problema
     

  • Psicogênica: Quando não há qualquer problema físico que explique a dificuldade, o que é mais frequente em jovens. O principal responsável por esse tipo de disfunção erétil é a ansiedade e o medo de falhar. Nesse caso, fatores psicológicos têm uma consequência física: os picos de adrenalina levam à contração das estruturas que deveriam estar relaxadas para a válvula que mantém a ereção funcionar.
     

  • Mista: Quando a dificuldade envolve fatores físicos e psicológicos

 

Os homens crescem tendo sua sexualidade exaltada, como se o bom desempenho sexual fosse sinônimo de valor. Deste modo, a pressão psicológica relacionada à sexualidade masculina é muito grande e, muitas vezes, isso acaba atrapalhando o desempenho sexual, gerando crises de ansiedade e medo.

Pouca gente sabe, mas uma das causas mais comuns da disfunção erétil é psicológica, e às vezes nem está relacionada a transtornos mentais em si.

Muitas vezes, a disfunção erétil não é nada mais nada menos que uma doença desse tipo, doenças que começam na mente mas que se manifestam no corpo.

O tratamento é individual, variado e depende de orientação médica. Os mais usados são medicamentos como Viagra e similares, injeções penianas, bombas de vácuo, implantes e tratamento hormonal.

O risco de disfunção erétil pode ser reduzido com a melhora do estilo de vida. Uma alimentação adequada e atividade física regular podem garantir uma boa saúde sexual, além de proteger o coração, já que a disfunção erétil e a doença cardiovascular andam juntas.

No geral, o diagnóstico da disfunção erétil pode ser feito pelo próprio paciente, ao perceber que o fenômeno acontece durante várias relações sexuais.

No entanto, esse autodiagnóstico não possibilita que o paciente saiba a causa do problema e, nessas situações, deve procurar um urologista para ter um diagnóstico preciso.

No consultório, o médico deve fazer perguntas sobre a vida sexual e saúde geral do paciente. Baseado nas respostas, ele pode identificar os fatores de risco e doenças subjacentes que podem estar causando o problema.

Para confirmar a condição, o médico realiza questionários, algumas avaliações físicas e psicológicas do paciente, além de solicitar exames de imagem.

O tratamento para a disfunção erétil começa com os cuidados com o coração e saúde vascular. É importante destacar e apontar os ‘fatores de risco’ que podem ser alterados ou melhorados.

Mudança de estilo de vida:
 

  • Melhorar os seus hábitos alimentares (como comer mais alimentos com base em verduras e limitar os alimentos com elevado teor de gordura ou processados)

  • Manter um peso saudável

  • Parar de fumar

  • Exercitar-se mais

  • Limitar as drogas e o álcool

  • Dormir mais (idealmente entre 7 a 8 horas por noite)

Muito temida pelos homens, a disfunção erétil é tida como uma doença da velhice, quando, na verdade, não é, e qualquer um está sujeito a ela.

Além disso, suas causas estão, muitas vezes, relacionadas a problemas graves que o homem pode nem estar sabendo que tem!

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